OS MUTANTES (Polydor, 1968)
Produção: Manoel Barenbein
Primeiro álbum do grupo. É o disco tropicalista da banda. Espécie de carta de princípio, reúne, em suas 11 faixas, um pouco das propostas e possibilidades futuras. Com arranjos de Rogério Duprat e as participações de Jorge Ben no violão e voz, e do baterista Dirceu, o faz um mixer das propostas “fundamentalistas” da Tropicália – Panis et Circenses, Bat macumba e Baby – com a irreverência anárquica dos Mutantes. Fazendo de todos os absurdos, todas as incosequências: possibilidades – confrontar o principal parceiro de Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira (Adeus Maria Fulô) com a existencialista-pop Françoise Hardy (Le Premier Bonheur du Jour); misturar Jorge Ben (A Minha Menina), com uma versão (não creditada, do pai César Dias Baptista) de uma semi-conhecida canção do grupo norte-americano The Mamas and The Papas (Tempo no Tempo / Once There was a Time i Thought) a uivos pré-históricos em homenagem a Gengis Khan (Ave Gengis Khan) e uma paródia kafkaniana (Senhor F). Completam o álbum: O Relógio e Trem Fantasma. (Marcelo Dolabela – bhz out/nov 1999).
1-Panis Et Circenses
2-A Minha Menina
3-O Relógio
4-Maria Fulô
5-Baby
6-Senhor F
7-Bat Macumba
8-Le Premier Bonheur Du Jour
9-Trem Fantasma
10-Tempo No Tempo
11-Ave Gengis Khan